No domingo passado estive em Timbó cobrindo a partida do Figueirense contra o Metropolitano.
Um fato me chamou a atenção e, desde então, estou procurando entender o que se passa com o gerente de futebol do alvinegro do Estreito, Anderson Barros.
Logo após o apito final do árbitro do jogo - que foi vencido pelo Figueirense por 4 a 2 -, o gerentão foi para a beira do gramado mandar os jogadores irem rápido para o vestiário.
Parecia que os profissionais de imprensa que lá estavam iriam agredir os jogadores, ou algo neste sentido.
O Anderson Barros estava nervosíssimo, aparentando um certo desiquilíbrio até.
De onde vem este sentimento?
Quando eu era setorista da Rádio Guarujá no Figueirense fui proibido de entrar no CFT do Cambirela pelo Anderson Barros. Isso porque recebi a informação de que o técnico Waldemar Lemos teria convocado a diretoria para uma reunião onde ele solicitaria reforços para o elenco. A minha fonte, que tenho o direito de resguardar, me garantiu que ele iria colocar o cargo a disposição caso não fosse atendida a reinvidicação que ele faria.
Mandei a informação pro ar no Papo de Bola das 16:30 e logo em seguida fui para o Scarpelli para ver como estava a movimentação, pois a dita reunião estava marcada para as 18, ou 19h, não lembro bem.
Ao chegar por lá, próximo das 18h já, percebi os carros de toda a diretoria por lá.
No entanto, em seguida, o pessoal foi saindo.
Perguntei se teria reunião, uns com cara de poucos amigos disseram que não.
No entanto, um dirigente ao chegar no Scarpelli falou ali pro pessoal da Turma da Figueira que iria acontecer uma reunião sim.
Muito bem, no outro dia não pude entrar no CFT. Determinação do Anderson Barros.
Fiquei na portaria até que ele chegasse.
Ele veio falar comigo, cobrando a informação. Chegou a dizer que eu tinha que dizer à ele quem era a minha fonte...
Eis que o Helton Luiz e o Rogério Luiz, meus colegas setoristas na época, chegaram na seqüência e foram participar da conversa. Os dois ficaram do meu lado, o que achei bem legal, afinal de contas poderia ser com eles.
O Anderson falou um monte de besteiras, dizendo que eu tava errado, que não poderia jamais passar uma informação como aquela, etc...
Bem, eu tenho uma certa amizade com o Anderson Barros.
Apesar deste episódio sempre tive um relacionamento tranquilo com ele.
Agora, o comportamento dele está muito raivinha né?
Se ele está com algum problema, que procure resolver.
Se não gosta do que o pessoal da crônica esportiva fala do time dele, que procure contratar melhor e montar um time bom. Assim ninguém falará mal.
Alguém lembra da crônica meter a corneta no time do Adilson Batista?
Uma vez ou outra, quando jogava uma partida abaixo do que todos sabiam que jogava, saiam algumas críticas. Mas nada ferrenho.
Por que?
Porque a montagem do time foi boa, tinha boas peças de reposição, boa mescla de experiência com juventude, etc.
Hoje o time do Figueirense está na final do campeonato e todos sabem em que circunstâncias isso aconteceu.
O time é fraco em determinados setores.
Não apresenta qualidade técnica e, principalmente, tática.
Aí meu amigo, não tem jeito. A crônica fala mal mesmo.
E, se alguém fala sem razão, ele que responda a esta pessoa.
Agora, querer discontar em todos, não né Sr. Anderson?
Inimizade com a imprensa não vai levar a nada, coloca isso na sua cabeça!
quarta-feira, abril 09, 2008
Queria entender
Postado por
Bruno César
às
19:04
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Um comentário:
Sabes para quem eu torço né hehe... odeio cara raivinha, já nao gostava dele, agora mesmo depois dessas aí, só porquê ele anda perdendo força lá dentro aí ele ta descontando na imprensa... Tem que mandar esse cara embora, fica só o Rodrigo Prisco e o Divanenko, falar nisso o Rodrigo Prisco que é bom para dar entrevista né ...uia "homi" bom hehehe abraço parceiro
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