Hoje estive pensando qual a minha verdadeira vocação.
Ao longo da minha vida tive algumas atividades laborais.
Fui office-boy, técnico de suporte em informática, técnico em telecomunicações, dishwasher (lavador de louças) e atendente em uma lavanderia de roupas quando morei na Califórnia - EUA, fui ainda funcionário administrativo na Secretaria de Saúde de São José e assessor parlamentar.
Hoje sou assessor de imprensa, repórter e âncora (apresentador) na TV Câmara de São José, além de repórter na Rádio Guarujá.
Mas, entre todas estas funções a única que está regulamentada pelo Ministério do Trabalho, na minha Carteira Profissional, é a profissão de Radialista!
O que eu mais gosto de fazer é trabalhar no rádio.
Nada me deixa mais empolgado quanto estar "na latinha".
Entre as funções que desempenho no Rádio, a que mais gosto é a reportagem de campo e as reportagens como setorista de clube.
A função de setorista eu tive a felicidade de exercer em duas oportunidades.
A primeira foi em 2004, quando iniciei minha carreira como repórter radialista, na Rádio Santa Catarina, à época filiada a rede Jovem Pan. Fiquei por 4 ou 5 meses no Figueirense e depois mais 4 meses no Avaí.
Ali aprendi a atividade profissional que mais me deu prazer até hoje.
Com a extinção da equipe de esportes da Rádio Santa Catarina acabei ficando fora do mercado até o final de 2005, quando fui chamado na Guarujá.
Na Rádio Guarujá, uma das mais tradicionais - pra não dizer a mais tradicional -, do futebol catarinense, voltei à reportagem de setor nos clubes da capital.
Fiquei um período no Figueirense e depois fui para o Avaí.
Em virtude de uma decisão da diretoria da rádio acabei passando a exercer uma outra função.
Hoje participo das jornadas esportivas como repórter das equipes visitantes - que enfrentam Avai e Figueirense -, e algumas vezes faço as reportagens de serviço do jogo e a movimentação da torcida.
Infelizmente hoje não existe espaço para eu ser setorista nas rádios aqui em Florianópolis.
A Guarujá tem seus profissionais e a CBN também.
Outra infelicidade é a Capital do Estado de Santa Catarina ter apenas duas rádios com cobertura diária no esporte. Nos jogos temos ainda a BAND FM e a Rádio Mais Alegria.
Espero um dia poder retornar à reportagem de setor.
Avaí ou Figueirense, não importa!
O importante é cobrir o futebol.
Outra função no rádio?
Acho, sinceramente, que não é pra este repórter!
segunda-feira, abril 28, 2008
Minha profissão, minha paixão!
Postado por
Bruno César
às
19:25
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