Ignorância = anestesia?
Depois de acompanhar via Internet a nomeação do senador Edison Lobão como novo ministro das minas e energias percebi uma coisa mais que interessante.
O fato de desconhecermos determinadas coisas é anestesiante.
É mais ou menos como a mãe que ouve das vizinhas que o filho adolescente está fumando maconha, mas prefere fingir que isto não é verdade. É melhor acreditar que o filho não está cometendo este delito – ou pecado – do que encarar a realidade e tomar uma atitude que possa resolver o “problema” (coloco as aspas, porque um garoto que fuma maconha, para muitos, já deixou de ser problema ha tempo... para muitos, pra mim não!).
Saber que o senador Lobão assume um ministério sem entender bulhufas da referida pasta é algo que já revolta. Tomar conhecimento que o seu filho, Edison Lobão Filho, é quem assume como seu suplemente imediato no senado apenas para poder contar com o foro privilegiado diante de algumas acusações de uso de laranjas em vários negócios, além de sonegação de impostos, dá vontade de ir a Brasília de marreta ou picareta em mãos para quebrar tudo. Mas, descobrir que a esposa do senador Lobão, a senhora Nice Lobão, é deputada federal me deu vontade de pegar uma boa corda de seda, procurar um abacateiro bem alto e enforcar-me.
Nós, ou melhor, o povo maranhense, junto do presidente Lula e a cúpula do PMDB, são os responsáveis pelo Brasil estar vivendo esta situação vexatória.
Este é um caso de nepotismo abonado pela população.
Se os maranhenses elegeram pai e filho (simultaneamente) e ainda tiveram a cara de pau de votar também na esposa do pai, aí não tem jeito.
Felizes aqueles que não sabem de nada disso.
Felizes aqueles que vivem lá na Praia do Maço tomando chá de cogumelo.
Infeliz deste blogueiro, que se mete a ler tudo que se refere a política e ao seu país, estado e cidade.
:-(
Bruno César
Depois de acompanhar via Internet a nomeação do senador Edison Lobão como novo ministro das minas e energias percebi uma coisa mais que interessante.
O fato de desconhecermos determinadas coisas é anestesiante.
É mais ou menos como a mãe que ouve das vizinhas que o filho adolescente está fumando maconha, mas prefere fingir que isto não é verdade. É melhor acreditar que o filho não está cometendo este delito – ou pecado – do que encarar a realidade e tomar uma atitude que possa resolver o “problema” (coloco as aspas, porque um garoto que fuma maconha, para muitos, já deixou de ser problema ha tempo... para muitos, pra mim não!).
Saber que o senador Lobão assume um ministério sem entender bulhufas da referida pasta é algo que já revolta. Tomar conhecimento que o seu filho, Edison Lobão Filho, é quem assume como seu suplemente imediato no senado apenas para poder contar com o foro privilegiado diante de algumas acusações de uso de laranjas em vários negócios, além de sonegação de impostos, dá vontade de ir a Brasília de marreta ou picareta em mãos para quebrar tudo. Mas, descobrir que a esposa do senador Lobão, a senhora Nice Lobão, é deputada federal me deu vontade de pegar uma boa corda de seda, procurar um abacateiro bem alto e enforcar-me.
Nós, ou melhor, o povo maranhense, junto do presidente Lula e a cúpula do PMDB, são os responsáveis pelo Brasil estar vivendo esta situação vexatória.
Este é um caso de nepotismo abonado pela população.
Se os maranhenses elegeram pai e filho (simultaneamente) e ainda tiveram a cara de pau de votar também na esposa do pai, aí não tem jeito.
Felizes aqueles que não sabem de nada disso.
Felizes aqueles que vivem lá na Praia do Maço tomando chá de cogumelo.
Infeliz deste blogueiro, que se mete a ler tudo que se refere a política e ao seu país, estado e cidade.
:-(
Bruno César

Um comentário:
Salver Bruno Cesarrrreeee hehehe
Então, está complicado conciliar trampo na rádio, no jornal, monografia e o blog. Mas, quero ter mais um tempinho para este meu espaço na net. Antigamente ele era bem visitado, no entanto, larguei de mão e o negócio está meio abandonado.
Te adicionarei nos meus favoritos. E no mais, como está essa vida mais ou menos boa?
Temos que combinar um happy hour (chique hein), eu, tu, poli e o fabrício para darmos umas boas risadas. Abraços meu caro.
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