Eu devo ser um cara muito chato.
Leio tudo que vejo pela frente. Muita coisa detesto, porém, leio até o fim. Se não entendo, releio uma, duas, quantas vezes forem necessárias para compreender o que o autor do texto queria dizer.
Alguns colunistas, principalmente aqueles que escrevem nos jornais aqui da Grande Florianópolis, me deixam muito intrigados, as vezes.
Eu já tive um arranca rabo danado com o Cacau Menezes, quando eu morava em San Diego. Ele escreveu algo que não gostei, enviei um e-mail para o DC e fui destratado, achincalhado... Voltei a escrever para o jornal, mostando ainda mais indignação e, depois de diversos e-mails pra lá e pra cá, as coisas se resolveram. Lógico que o nobre colunista me pediu desculpas, caso contrário o embróglio teria ido ainda mais longe, acredito eu.
Hoje, ao ler a coluna, ou crônica, do Luiz Carlos Prates, um dos meus preferidos no DC, tive dois sentimentos distintos: o amor e o ódio.
Fiquei altamente pensativo com aquilo que ele escreve sob o titulo de "Tente e me diga...", achei interessantíssimo e, confeso, vou tentar fazer o que ele diz ali.
Depois, seguindo a leitura, deparei-me com uma nota curta chamada "Relho". Nesta nota o cronista diz que já está se preparando para ouvir inúmeras baboseiras dos políticos quando começar o horário eleitoral gratuito. Promessas, compromissos, etc... Ele diz ainda que se algum político bater na porta da sua casa para pedir seu voto ele tem a resposta prontinha: um relho, trançado.
Pois bem. Fiquei sim muito instigado a tentar realizar o desafio proposto pelo Prates, bem como fiquei altamente irritado ao saber que, se um político bater na porta do cara ele o irá destratar, quem sabe até agredir. Ao menos foi isso que entendi.
Só acho que um político que bate à porta da casa de alguém, provalmente, veja bem eu disse provavelmente, não tem grande coisa a temer ou rabos presos, caso contrário não o faria.
Já desviei um pouco o que estava querendo dizer.
Quero apenas manifestar a minha admiração pelo jornalista Luiz Carlos Prates. O fato dele me deixar P da vida em determinados momentos não significa que não gosto do cara.
O Prates me faz pensar, refletir. Isso é muito bom.
E a coluna é dele, assim como este blog é meu.
Como aqui eu posso escrever o eu bem entendo, lá ele faz o mesmo!
E viva a liberdade de expressão!
quarta-feira, julho 16, 2008
É assim...
Postado por
Bruno César
às
13:43
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