terça-feira, julho 06, 2010

O trânsito da vida

Certamente se a vida fosse uma estrada reta, a qual não fosse possível retornos, não correríamos o risco de tornar a cair em buracos que ficaram para trás.

No entanto, a estrada da vida é como um autódromo: cíclico.

Existem curvas mais abertas, outras mais fechadas.

Temos morros íngremes, difíceis de serem transponíveis.

Temos também depressões que nos exigem esforço tremendo para avançar.

E o terreno nem sempre é como um asfalto liso, onde podemos trafegar tranquilamente.

Assim, meu amigo, precisamos estar atentos ao trajeto que fizemos.

Certamente alguns percausos acontecerão sempre em nossa caminhada.

No entanto, se estivermos sempre atentos e vigilantes, o risco de cairmos em buracos aos quais já conhecemos será bastante diminuto.

Se você, enquanto motorista, já caiu por várias vezes no mesmo buraco que está em seu trajeto corriqueiro, sabe bem do que estou falando.

Nem sempre o fato de sabermos que um buraco na estrada encontra-se num exato local faz com que consigamos desviá-lo todas as vezes.

Não bastassem os buracos, precisamos ainda estar atentos com os demais.

Pedestres, ciclistas, motociclistas, demais motoristas, etc.

Todos estes também estão presentes no trânsito da vida.

Então, tenhamos atenção na vida, assim como, em tese, deveríamos ter no trânsito!

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